SISPUMI reitera na Justiça o direito do Precatório de Itapajé ser aplicado nos moldes do FUNDEB




Na manhã desta quinta-feira (21) uma comitiva de professores encabeçada por diretores do Sindicato dos Servidores Públicos de Itapajé – SISPUMI, à frente o seu presidente Cid Lira Braga, esteve no Fórum da Justiça Federal em Itapipoca para solicitar celeridade ao processo de trânsito em julgado referente à decisão da aplicação dos recursos do Precatório para Itapajé, ainda referente a um processe relacionado a repasses da União para o município nos anos de 2001 a 2006, referente ao extinto FUNDEF.
A ida à Justiça Federal da representatividade do magistério e entidade sindical, interessados neste direito (precatório) foi para pedir que a Justiça defina uma decisão que garanta os recursos, mais de R$ 35 milhões já em conta específica do município, sejam aplicados conforme os moldes do FUNDEB que é garantir os 60% para remuneração dos professores.
Confiantes que a sentença transitada e julgada seja como o Sindicato pleiteia, professores e entidade se baseiam que o direito neste modo de aplicação do Precatório é sustentado também pela lei municipal nº 2002/2016 que assegura ao município aplicar os recursos (precatório) conforme os moldes do FUNDEB.
Sindicato e professores acreditam que a sentença emitida pelo TRF5, em Recife, em abril de 2018 e outra expedida pela Justiça Federal em Itapipoca, possa valer, e o recurso tão aguardado por professores e entidade sindical seja feito o pagamento dos 60% para o magistério.


Gestão municipal

 O prefeito Dimas Cruz se baseia quanto ao destino do Precatório conforme o que é dito pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) e TCU (Tribunal de Contas da União) que o recurso é uma verba extra, e que a Prefeitura pode aplicar de forma integral, sem haver qualquer distinção de 40% ou 60%, respectivamente, como defende o Sindicato.
O município, através da secretaria de Educação, já elaborou um cronograma de aplicações do recurso e aguarda um posicionamento do Conselho Municipal do FUNDEB.
Sindicato e magistério aguardam confiantes a sentença transitada e julgada, que garanta a finalidade da aplicação do recurso do Precatório como há anos é defendida por uma mobilização incansável envolvendo Sindicato, magistério e até outros setores da sociedade civil.

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