Servidores municipais da Saúde deliberam greve em Tejuçuoca; Gestão pede prazo para analisar pauta

 


Em Tejuçuoca na noite da última segunda-feira (26), durante assembleia extraordinária promovida pelo Sindicato dos Servidores públicos municipais com as categorias que atuam na Saúde pública, foi deliberado Greve no município em decorrência de não ter havido êxito nas negociações com a Gestão municipal acerca da pauta reivindicatória que os servidores de setores da Saúde cobram ao Executivo.

Desde a semana passada que os servidores decidiram em decretar Estado de Greve, aguardando que as negociações entre representatividade e governo municipal chegassem a algum acordo em benefício da pauta que é apresentada pelos servidores que atuam no hospital municipal e em postos de Saúde na sede e distritos.

Através do sindicato os servidores reivindicam da atual Gestão os seguintes direitos: adicional de insalubridade, reposição inflacionária, auxílio deslocamento, alimentação e outros quesitos.

Sindicalistas da entidade municipal e servidores, reiteram a disponibilidade e interesse em manter o diálogo com o prefeito Britinho, secretária da Saúde e a Gestão municipal.

Conforme o regimento do sindicatos dos servidores, após ter sido deliberada a Greve, há um prazo de 72 anos para os servidores paralisarem os seus serviços, em protesto a respeito da pauta de direitos que exigem do município.

 

Prefeitura

 

Através de entrevista à Rádio Atitude FM, o prefeito Britinho disse que a pauta apresentada pelos servidores municipais e sindicato, é justa, no entanto, o erário público municipal não suportaria conceder, no momento, os benefícios reivindicados.

Apesar da situação que é vivida pelo município, Britinho afirma ter solicitado às categorias que reivindicam, um prazo para analisar a pauta e se posicionar em seguida.

Caso a paralisação se concretize e gere uma situação complicada nos setores que prestam serviços na Saúde pública municipal, o prefeito ver que isto pode impossibilitar o andamento do diálogo e articulações a respeito das demandas.

Ainda em sua fala, Britinho lamenta a postura de alguns dos servidores que em governos passados não eram incisivos na cobrança desta pauta, sabe-se lá, por haver acordos informais, mas atualmente agem com pressa diante de um momento que exige cautela com o dinheiro público, principalmente por que o município é obrigado a seguir aquilo que está na lei de responsabilidade fiscal, principalmente a respeito de gastos. 


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