Superlotação e falta de insumos básicos tem gerado indignação a usuários do hospital Fusec

 

Foto ilustrativa

Superlotação e falta de itens básicos, como, medicamentos para febre e vômito foram motivos de reclamações feitas por vários pacientes que precisaram buscar atendimento no Hospital e Maternidade João Ferreira Gomes, em Itapajé, no final da tarde e noite do domingo, dia 02.

Depois deste fato se tornou comum encontrar postagens de pessoas indignadas com tal situação, publicadas em perfis na rede social. Devido a situação agitada, duas profissionais médicas que estavam no plantão na unidade chegaram a ameaçar abandonar o posto de trabalho, sem ferir seus direitos, por conta da revolta dos usuários com as deficiências no serviço. Foi necessário acionar a Polícia Militar e Guarda Municipal para manter a ordem e evitar qualquer ação atípica do público usuário e que aguardava atendimento.

As duas médicas que estavam no plantão ficaram aflitas e também indignadas com a situação do hospital e alegaram o interesse de pedir desligamento da cooperativa responsável pela gestão do hospital municipal e não mais integrar o quadro de colaboradores.

O vereador Douglas Mota, através de sua rede social comentou acerca daquele fato e cobrou a presença da secretária de Saúde, Mabel Girão, no hospital.

Segundo o parlamentar, ele providenciou conseguir para o hospital cerca de 65 ampolas de medicamentos para o tratamento de vômito e febre.

 

Direção

 

A diretora do hospital municipal, enfermeira Luciane Dutra, comentou acerca da situação agitada que profissionais daquele equipamento de Saúde pública vivenciou por conta dos usuários que procuravam atendimentos e disse que infelizmente a demora do abastecimento de insumos, por parte do fornecedor responsável, gerou a falta de medicamentos e ocasionou a demora de atendimentos e insatisfação dos pacientes e acompanhantes. Segundo a direção do hospital a empresa foi acionada para o fornecimento de insumos antes do estoque zerar, mas isto não foi feito em tempo hábil e gerou tal situação.

A direção cobra da empresa fornecedora a celeridade de sua responsabilidade.


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